A Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes, procurou assim dar um pequeno contributo para suprir a necessidade que o Ricardo tem. Julgamos ter feito o possível, certamente podiamos ter feito mais, vamos por isso procurar os caminhos para atingir "esse mais". A felicidade do Ricardo Couto não tem preço.
Um grande abarço para ele e parbéns à sua familia.
Fonte: O Progresso de Paredes
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Projeto "Tampinhas"
No âmbito do projeto "Tampinhas" da Associação MCP, que visava e visa poder dar um pequeno contributo na ajuda a quem dela precisar, a nossa associação já recolheu uma quantidade considerável deste material, que justifica a sua entrega.
O Ricardo Couto, um menino de Duas Igrejas, precisa desse apoio, já que necessita de uma prótese para o braço esquerdo.
A Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes tem o grato prazer de CONVIDAR todos os interessados para a sessão de entrega dessas tampinhas ao Ricardo, que ocorrerá no próximo Sábado, dia 15, pelas 18h, na sede da associação, sita na loja nº 4, 1º andar, do Centro Comercial Vale do Sousa, nesta cidade de Paredes.
Certos da vossa presença, a Associação MCP agradece a atenção dispensada ao assunto.
Com os melhores cumprimentos
Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Foi criada a "Associação MCP"
Constituida por 16 membros fundadores, foi efetuada a escritura pública de constituição da "Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes".
Fonte: Jornal Verdadeiro Olhar
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
FORMALIZAÇÃO DA "ASSOCIAÇÃO MCP"
No passado dia 3 de Dezembro, foi constituída formalmente, por escritura pública, a "Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes"
Associação MCP dá mais um passo fulcral para a sua afirmação no concelho de Paredes, perante e em prol dos Paredenses.
Foi há cerca de 10 meses, que o MCP – Movimento Cidadãos por Paredes, fez a apresentação pública da sua Comissão Instaladora, num ato que ocorreu na Paredes Hotel Apartamento.
Dez meses depois, com inúmeras atividades desenvolvidas e dando apoio a dezenas de cidadãos e famílias, nas mais diversas áreas, o MCP dá mais um passo importante na sua afirmação, com a assinatura da escritura pública de constituição da Associação MCP – Movimento Cidadãos por Paredes. Neste ato, que decorreu num notário desta cidade, assinaram enquanto membros fundadores, 16 cidadãos que representam diversas freguesias do nosso concelho. De notar que muitos mais poderiam e quiseram assinar, mas razões de ordem profissional e familiar impediu-os de estarem presentes num momento marcante para o movimento e parta o nosso concelho, o concelho de Paredes.
José Henriques Soares, mentor deste movimento e um dos membros que tem dado a cara pela sua atividade, salientou que “… para quem tinha dúvidas de que este projeto, não é um mero projeto político, nem uma qualquer candidatura política, ficou hoje esclarecido. Este tem acima de tudo um cariz social, cívico e trabalha em prol de todos os paredenses. É um projeto que se quer estruturado e com linhas orientadoras com futuro, independentemente de que em cada momento personificar a sua direção. Contudo, isso não quer dizer que um ou mais membros não possam desenvolver atividade política, onde e na forma que muito bem entenderem”.
Sandro Rocha, outro dos membros fundadores que tem estado presente nas iniciativas vincou “…a importância deste ato para o movimento, não só para dar o enquadramento júridico-legal à associação, mas também que permitirá direcionar e alavancar a sua atividade futura. A intenção que temos de brevemente avançar no plano jurídico em algumas vertentes, fica assim mais sustentada.”.
Por fim, os dirigentes desta nova associação deixaram um agradecimento a quem esteve presente neste momento fundamental para a associação, mas também para os cidadãos de Paredes.
Paredes, 3 de Dezembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Projeto "Tampinhas", vai ajudar!
O projeto de recolha de tampinhas, lançado pelo "MCP - Movimento Cidadãos por Paredes", já está no terreno.
O jovem Ricardo Couto de Duas Igrejas, é um jovem como todos os outros. Bem disposto e feliz nesta vida. Tem um sorrriso contagiante e capaz de nos fazer pensar.
Mas o Ricardo precisa da nossa ajuda. Precisa de uma prótese para o membro superior (braço) esquerdo, com articulação passiva. Independentemente das toneladas de tampinhas que seja necessário recolher, uma mera tampinha contribuirá para o sucesso da iniciativa.
Ricardo, o MCP ajudarte-á dentro das suas limitações.
MCP - Movimento Cidadãos por Paredes
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
SESSÃO DE ESCLARECIMENTO
Desta feita estaremos na Freguesia da Madalena.
Associação MCP - Movimento de Cidadãos por Paredes, dá continuidade às sessões de esclarecimento nas Freguesias do nosso Concelho.
No próximo dia 16 de Novembro, sexta feira, pelas 21h, no auditório da Junta de Freguesia da Madalena, o MCP levará a efeito mais uma sessão de esclarecimento à população.
Tal como tem sido habitual nas Freguesias por onde já passamos, nomeadamente Rebordosa, Cete, Recarei, Lordelo (Padrão), Sobrosa, Vilela, Duas Igrejas, Cristelo e Besteiros, o enfoque da informação será a problemática da água e do saneamento. Isto porque as arbitrariedades e ilegalidades cometidas pela Veólia, com a benção da Câmara Municipal, têm que ter um fim. E ele está próximo. Basta que os cidadãos assim o queiram.
Compareça na Madalena. Lá o esperaremos.
Associação MCP - Movimento de Cidadãos por Paredes
ETAPA A ETAPA, ATÉ À ...ETAPA FINAL!
Veremos o que acontece.
A Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes, está em movimento. O Concelho de Paredes está em ebulição.
Etapa a etapa, passo a passo, o MCP continua o seu caminho. O caminho da informação e ajuda aos cidadãos de Paredes que assim o queiram. Tal como outros, os Paredenses também têm os seus direitos que a lei salvaguarda e, por isso, vale a pena estar informado. Diáriamente há cidadãos a pagarem aquilo que não deviam, aquilo que muitas vezes é ilegal, mas que empresas como a Veólia e mesmo a própria Câmara Municipal, quais entidades sem escrúpulos "sacam" o dinheiro aos contribuintes, sem apelo nem agravo.
O MCP está disposto a ajudá-los:
- Pagou o ramal de água e/ou saneamento? Peça a devolução do dinheiro!
- Não consome àgua e paga a fatura? Não pague, peça a devolução do dinheiro que pagou indevidamente?
- Não tem ligação a nenhum serviço (água e/ou saneamento) e paga a fatura? Não pague, peça a devolução do dinheiro que pagou indevidamente?
- Paga o saneamento sem estar devidamente medido/contado? Não pague, exija a colocação de um contador que conte o saneamento injetado na rede!
Disponha da nossa ajuda.
Associação MCP -Movimento Cidadãos por Paredes
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Sessão de esclarecimento em Besteiros
O MCP vai estar estar hoje na
freguesia de Besteiros, para mais um a sessão de esclarecimento à população.
Desta feita, a sessão decorrerá no auditótio da paróquia de Besteiros, por trás da igreja de Besteiros, hoje, 6ªf, pelas 21:15h. A vossa presença é fundamental para o
sucesso do que exigimos:
- Não pagamento das taxas de ramal de água e
saneamento;
- Devolução do dinheiro a todos aqueles que o
fizeram, sob a ameaça da Veólia e com a cobertura da Câmara Municipal;
- Não imposição de consumos mínimos;
- Quem não consome, não tem de pagar;
- Devolução do dinheiro a quem pagou a absurda
"Tarifa de Disponibilidade".
Exija o que é seu por direito. Contamos com a
sua presença.
Associação MCP - Movimento Cidadãos por
Paredes.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
A Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes, vai organizar um Conferência de Imprensa, hoje pelas 19h, na sede do movimento.
Esta iniciativa, visa denunciar algumas das decisões que são tomadas no nosso concelho que são demasiado perniciosas para os Paredenses e que, eventualmente, não deveriam ser tomadas, face à conjuntura atual, e ao mesmos tempo, inumerar um conjunto de decisões que não são tomadas, mas que esse mesmo enquadramento justificaria que o fossem.
O MCP tem sempre como fim da sua interevenção, a defesa intransigente dos nossos cidadãos, contra as ilegalidades e arbitrariedades que, contra eles, são diáriamente tomadas.
Assocaição MCP - Movimento Cidadãos por Paredes
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Quercus diz que “apostas erradas” na gestão da água ameaçam energia e agricultura
DIA NACIONAL DA ÁGUA
A associação ambientalista Quercus criticou nesta segunda-feira as “apostas erradas” do Governo na gestão da água, alertando para o risco de algumas medidas porem em causa a produção de energia e o futuro da agricultura.
No Dia Nacional da Água, que se celebra nesta segunda-feira, os ambientalistas acusam os governantes de manter medidas sem ter em conta as alterações climáticas.
Em causa está a continuidade do Programa Nacional de Barragens (PNB) e a aposta na expansão do regadio, numa altura em que as previsões da União Europeia apontam para períodos cada vez mais frequentes de seca prolongada no país.
O PNB e a expansão do regadio terão “impactes ambientais e económicos muito significativos”, além de constituírem “uma aposta errada” face aos cenários ambientais previstos.
“Portugal não pode ficar dependente de estratégias baseadas em disponibilidades hídricas que, pura e simplesmente, podem não vir a existir num futuro já muito próximo e é necessário diversificar as fontes de produção, quer ao nível energético, quer ao nível alimentar”, defende a Quercus,em comunicado.
Outro dos problemas detectados prende-se com a rede de monitorização da qualidade da água que está “bastante desfalcada”. Resultado: há “grandes falhas nas medições e registos” e “imensos casos de estações desactivadas”.
Os ambientalistas chamam ainda a atenção para o “enorme atraso” na definição “adequada e justa” de preços para as diferentes utilizações da água e para o Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA) que “continua sem ser aplicado”.
O programa foi aprovado há seis anos como instrumento de gestão da água e a Quercus acredita que a aplicação de medidas definidas no programa poderia levar a uma redução drástica da procura efectiva de água.
Os ambientalistas consideram que a actualização do PNUEA apresentado neste Verão “carece de alguma ambição”, já que definiu como meta uma redução de água de apenas 5% até 2020 na agricultura, o sector que consome 80% dos consumos totais de água do país.
Outro dos problemas é o facto de ainda só terem sido aprovados três Planos de Gestão de Região Hidrográfica: “Os únicos planos aprovados são os respeitantes ao Sado/Mira, Guadiana e Algarve, faltando rios muito importantes como o Tejo e o Douro. A execução destes planos deveria decorrer de orientações do Plano Nacional da Água (PNA) cujo atraso ainda é maior”, lê-se no documento.
O PNA - instrumento de gestão estratégica das águas, que estabelece as grandes opções de política nacional - deveria ter sido concluído há dois anos e a Quercus teme que, em tempos de crise, os objectivos do plano possam “não vir a ser conseguidos”.
A Quercus conclui por isso que, nesta matéria, a política nacional é feita de “atrasos, falta de acção e políticas avulsas”.
Em causa está a continuidade do Programa Nacional de Barragens (PNB) e a aposta na expansão do regadio, numa altura em que as previsões da União Europeia apontam para períodos cada vez mais frequentes de seca prolongada no país.
O PNB e a expansão do regadio terão “impactes ambientais e económicos muito significativos”, além de constituírem “uma aposta errada” face aos cenários ambientais previstos.
“Portugal não pode ficar dependente de estratégias baseadas em disponibilidades hídricas que, pura e simplesmente, podem não vir a existir num futuro já muito próximo e é necessário diversificar as fontes de produção, quer ao nível energético, quer ao nível alimentar”, defende a Quercus,
Outro
Os ambientalistas chamam ainda a atenção para o “enorme atraso” na definição “adequada e justa” de preços para as diferentes utilizações da água e para o Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA) que “continua sem ser aplicado”.
O programa foi aprovado há seis anos como instrumento de gestão da água e a Quercus acredita que a aplicação de medidas definidas no programa poderia levar a uma redução drástica da procura efectiva de água.
Os ambientalistas consideram que a actualização do PNUEA apresentado neste Verão “carece de alguma ambição”, já que definiu como meta uma redução de água de apenas 5% até 2020 na agricultura, o sector que consome 80% dos consumos totais de água do país.
Outro dos problemas é o facto de ainda só terem sido aprovados três Planos de Gestão de Região Hidrográfica: “Os únicos planos aprovados são os respeitantes ao Sado/Mira, Guadiana e Algarve, faltando rios muito importantes como o Tejo e o Douro. A execução destes planos deveria decorrer de orientações do Plano Nacional da Água (PNA) cujo atraso ainda é maior”, lê-se no documento.
O PNA - instrumento de gestão estratégica das águas, que estabelece as grandes opções de política nacional - deveria ter sido concluído há dois anos e a Quercus teme que, em tempos de crise, os objectivos do plano possam “não vir a ser conseguidos”.
A Quercus conclui por isso que, nesta matéria, a política nacional é feita de “atrasos, falta de acção e políticas avulsas”.
Fonte: Jornal de Negócios
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