sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Projeto "Tampinhas", vai ajudar!

O projeto de recolha de tampinhas, lançado pelo "MCP - Movimento Cidadãos por Paredes", já está no terreno.

O jovem Ricardo Couto de Duas Igrejas, é um jovem como todos os outros. Bem disposto e feliz nesta vida. Tem um sorrriso contagiante e capaz de nos fazer pensar.

Mas o Ricardo precisa da nossa ajuda. Precisa de uma prótese para o membro superior (braço) esquerdo, com articulação passiva. Independentemente das toneladas de tampinhas que seja necessário recolher, uma mera tampinha contribuirá para o sucesso da iniciativa.

Ricardo, o MCP ajudarte-á dentro das suas limitações.


MCP - Movimento Cidadãos por Paredes



quinta-feira, 8 de novembro de 2012

SESSÃO DE ESCLARECIMENTO

Desta feita estaremos na Freguesia da Madalena.

Associação MCP - Movimento de Cidadãos por Paredes, dá continuidade às sessões de esclarecimento nas Freguesias do nosso Concelho.

No próximo dia 16 de Novembro, sexta feira, pelas 21h, no auditório da Junta de Freguesia da Madalena, o MCP levará a efeito mais uma sessão de esclarecimento à população. 

Tal como tem sido habitual nas Freguesias por onde já passamos, nomeadamente Rebordosa, Cete, Recarei, Lordelo (Padrão), Sobrosa, Vilela, Duas Igrejas, Cristelo e Besteiros, o enfoque da informação será a problemática da água e do saneamento. Isto porque as arbitrariedades e ilegalidades cometidas pela Veólia, com a benção da Câmara Municipal, têm que ter um fim. E ele está próximo. Basta que os cidadãos assim o queiram.

Compareça na Madalena. Lá o esperaremos.


Associação MCP - Movimento de Cidadãos por Paredes

ETAPA A ETAPA, ATÉ À ...ETAPA FINAL!

Veremos o que acontece.



A Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes, está em movimento. O Concelho de Paredes está em ebulição.

Etapa a etapa, passo a passo, o MCP continua o seu caminho. O caminho da informação e ajuda aos cidadãos de Paredes que assim o queiram. Tal como outros, os Paredenses também têm os seus direitos que a lei salvaguarda e, por isso, vale a pena estar informado. Diáriamente há cidadãos a pagarem aquilo que não deviam, aquilo que muitas vezes é ilegal, mas que empresas como a Veólia e mesmo a própria Câmara Municipal, quais entidades sem escrúpulos "sacam" o dinheiro aos contribuintes, sem apelo nem agravo.

O MCP está disposto a ajudá-los:

- Pagou o ramal de água e/ou saneamento? Peça a devolução do dinheiro!
- Não consome àgua e paga a fatura? Não pague, peça a devolução do dinheiro que pagou indevidamente?
- Não tem ligação a nenhum serviço (água e/ou saneamento) e paga a fatura? Não pague, peça a devolução do dinheiro que pagou indevidamente?
- Paga o saneamento sem estar devidamente medido/contado? Não pague, exija a colocação de um contador que conte o saneamento injetado na rede!

Disponha da nossa ajuda.


Associação MCP -Movimento Cidadãos por Paredes

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Sessão de esclarecimento em Besteiros

 O MCP vai estar estar hoje na freguesia de Besteiros, para mais um a sessão de esclarecimento à população.


 
Desta feita, a sessão decorrerá no auditótio da paróquia de Besteiros, por trás da igreja de Besteiros, hoje, 6ªf, pelas 21:15h. A vossa presença é fundamental para o sucesso do que exigimos:

 
- Não pagamento das taxas de ramal de água e saneamento;

- Devolução do dinheiro a todos aqueles que o fizeram, sob a ameaça da Veólia e com a cobertura da Câmara Municipal;

- Não imposição de consumos mínimos;

- Quem não consome, não tem de pagar;

- Devolução do dinheiro a quem pagou a absurda "Tarifa de Disponibilidade".

 
 
Exija o que é seu por direito. Contamos com a sua presença.



Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

A Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes, vai organizar um Conferência de Imprensa, hoje pelas 19h, na sede do movimento.

Esta iniciativa, visa denunciar algumas das decisões que são tomadas no nosso concelho que são demasiado perniciosas para os Paredenses e que, eventualmente, não deveriam ser tomadas, face à conjuntura atual, e ao mesmos tempo, inumerar um conjunto de decisões que não são tomadas, mas que esse mesmo enquadramento justificaria que o fossem.

O MCP tem sempre como fim da sua interevenção, a defesa intransigente dos nossos cidadãos, contra as ilegalidades e arbitrariedades que, contra eles, são diáriamente tomadas.


Assocaição MCP - Movimento Cidadãos por Paredes

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Quercus diz que “apostas erradas” na gestão da água ameaçam energia e agricultura

DIA NACIONAL DA ÁGUA

A associação ambientalista Quercus criticou nesta segunda-feira as “apostas erradas” do Governo na gestão da água, alertando para o risco de algumas medidas porem em causa a produção de energia e o futuro da agricultura.

No Dia Nacional da Água, que se celebra nesta segunda-feira, os ambientalistas acusam os governantes de manter medidas sem ter em conta as alterações climáticas.

Em causa está a continuidade do Programa Nacional de Barragens (PNB) e a aposta na expansão do regadio, numa altura em que as previsões da União Europeia apontam para períodos cada vez mais frequentes de seca prolongada no país.

O PNB e a expansão do regadio terão “impactes ambientais e económicos muito significativos”, além de constituírem “uma aposta errada” face aos cenários ambientais previstos.

“Portugal não pode ficar dependente de estratégias baseadas em disponibilidades hídricas que, pura e simplesmente, podem não vir a existir num futuro já muito próximo e é necessário diversificar as fontes de produção, quer ao nível energético, quer ao nível alimentar”, defende a Quercus,
em comunicado.

Outro
dos problemas detectados prende-se com a rede de monitorização da qualidade da água que está “bastante desfalcada”. Resultado: há “grandes falhas nas medições e registos” e “imensos casos de estações desactivadas”.

Os ambientalistas chamam ainda a atenção para o “enorme atraso” na definição “adequada e justa” de preços para as diferentes utilizações da água e para o Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA) que “continua sem ser aplicado”.

O programa foi aprovado há seis anos como instrumento de gestão da água e a Quercus acredita que a aplicação de medidas definidas no programa poderia levar a uma redução drástica da procura efectiva de água.

Os ambientalistas consideram que a actualização do PNUEA apresentado neste Verão “carece de alguma ambição”, já que definiu como meta uma redução de água de apenas 5% até 2020 na agricultura, o sector que consome 80% dos consumos totais de água do país.

Outro dos problemas é o facto de ainda só terem sido aprovados três Planos de Gestão de Região Hidrográfica: “Os únicos planos aprovados são os respeitantes ao Sado/Mira, Guadiana e Algarve, faltando rios muito importantes como o Tejo e o Douro. A execução destes planos deveria decorrer de orientações do Plano Nacional da Água (PNA) cujo atraso ainda é maior”, lê-se no documento.

O PNA - instrumento de gestão estratégica das águas, que estabelece as grandes opções de política nacional - deveria ter sido concluído há dois anos e a Quercus teme que, em tempos de crise, os objectivos do plano possam “não vir a ser conseguidos”.

A Quercus conclui por isso que, nesta matéria, a política nacional é feita de “atrasos, falta de acção e políticas avulsas”.


Fonte: Jornal de Negócios

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Arbitragem e património público

 O Município de Barcelos foi condenado, em janeiro deste ano, por um tribunal arbitral de Lisboa a pagar mais de 172 milhões de euros à empresa Águas de Barcelos (ADB), uma sociedade anónima com sede nesse concelho a quem tinha sido adjudicada, em janeiro de 2005, a concessão da exploração e gestão dos serviços públicos municipais de abastecimento de água e de saneamento do município. Aquela verba constitui uma compensação à ADB por os consumos de água dos habitantes de Barcelos entre 2005 e 2035 serem inferiores aos previstos no contrato de concessão.
Os termos e condições da concessão são escandalosamente leoninos a favor da empresa privada e à custa do património do município de Barcelos e dos interesses legítimos dos seus munícipes. A empresa não assumiu qualquer risco, pois ficou com o lucro garantido pelo preço dos elevados e irrealistas consumos de água fixados no contrato ou então pelas indemnizações a que o município se obrigou caso esses consumos fossem inferiores, como veio a acontecer.
De frisar que o contrato de concessão previa um consumo de água por dia de 126 litros por habitante em 2005, quando, na realidade, esse consumo foi apenas de 112 litros; para 2006, o consumo previsto era de 129 litros, mas diminuiu para 90 litros por dia; para 2007, era de 132 litros e o real foi de 81; em 2008, o consumo previsto foi de 135 litros e o real foi de 75 e em 2009, o previsto foi de 138 litros e o real de 75 litros por dia. Ou seja, o contrato previa um aumento progressivo do consumo de água e a realidade mostrou uma diminuição, o que, no mínimo, demonstra a leviandade ou má-fé de quem fez ou aceitou essas previsões sem os estudos que as sustentassem. Ou será que tais estimativas foram deliberadamente exageradas? Saliente-se que a ADB é propriedade da AGS - Administração e Gestão de Sistemas de Salubridade, SA (propriedade da Somague), uma empresa muito experiente no ramo, pois está há muitos anos no mercado e detém idênticas concessões em muitos outros municípios.
Atente-se, por outro lado, que os contadores de água, que custavam 17 euros, eram obrigatoriamente alugados pela empresa concessionária por 3 euros por mês aos munícipes; ou seja, só em um ano a empresa ganhava com esse aluguer mais do dobro do seu custo. Por outro lado, se fosse necessário substituir um contador o consumidor teria de pagar uma taxa para retirar o antigo e outra taxa para colocar o novo. Além disso, os ramais que ligam as redes domésticas à rede pública de saneamento tinham de ser adquiridos à concessionária que os vendia a mais de mil euros quando custavam menos de 100 euros. Já nem nos países do terceiro Mundo se fazem negócios assim.
Tratou-se, pois, de um contrato feito à medida dos interesses da concessionária à custa dos direitos e interesses do município e dos munícipes de Barcelos. Isso mesmo parece ter sido detetado pela IGAL (Inspeção-Geral da Administração Local) que enviou o relatório de uma inspeção ao DCIAP (para procedimento criminal), ao Tribunal de Contas (para efeito de responsabilização financeira) e ao Ministério Público junto do Tribunal Administrativo de Braga (para uma ação de anulação do contrato). Está-se à espera.
Este caso suscita muitas dúvidas e perplexidades. Por que é que o município de Barcelos e uma empresa de Barcelos fixaram uma arbitragem em Lisboa para um litígio judicial? Por que é que num contrato de concessão de um serviço público a uma empresa privada, envolvendo relevante interesse público e quantias tão elevadas, se renuncia aos tribunais do Estado e a juízes independentes? Por que é que as partes renunciaram ao direito de recurso? Serão infalíveis os advogados transformados em "juízes" nos tribunais arbitrais? O mínimo que se pode dizer da sentença é que ignorou princípios fundamentais de Direito, como os do erro, da boa-fé, do abuso de Direito, da alteração superveniente das circunstâncias, entre outros.
De salientar que os três "juízes" do tribunal arbitral cobraram em conjunto mais de quinhentos mil euros de honorários, ou seja, cada um ganhou, só com este processo, mais do que um juiz de Direito ganha em dois anos de trabalho a despachar milhares de processos e a fazer centenas de julgamentos.

Fonte: Jornal de Notícias

Comentário do MCP: Não será que no processo de concessão da água e saneamento em Paredes, à empresa VEÓLIA, aconteceu exatamente a mesma coisa, nomeadamente no que diz respeito às previsões de consumos e ao estudo de viabilidade económica?

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

NOVA SESSÃO DE ESCLARECIMENTO EM DUAS IGREJAS

A pedido de diversas pessoas da freguesia de Duas Igrejas e limitrofes, o MCP vai estar novamente nesta freguesia, para mais uma sessão de esclarecimento à população.

Desta feita, a sessão decorrerá nas instalações da firma "Pneus Coche", na Avenida Padre Pinto Preda - Duas Igrejas, amanhã, 6ªf, pelas 21:15h. A vossa presença é fundamental para o sucesso do que exigimos:

- Não pagamento das taxas de ramal de água e saneamento;
- Devolução do dinheiro a todos aqueles que o fizeram, sob a ameaça da Veólia e com a cobertura da Câmara Municipal;
- Não imposição de consumos mínimos;
- Quem não consome, não tem de pagar;
- Devolução do dinheiro a quem pagou a absurda "Tarifa de Disponibilidade".

Exija o que é seu por direito. Contamos com a sua presença.


Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Sessão de Esclarecimento em Lordelo

MCP - Movimento Cidadãos por Paredes, dá sequência às sessões de esclarecimento pelas Freguesias do concelho.


No próximo dia 14 de Setembro, 6ª feira, a "Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes" vai estar em Lordelo, para uma sessão de esclarecimento aos cidadãos desta Freguesia, visando alertá-los para o "roubo" e as arbitrariedades cometidas pela Veólia - Águas de Paredes, SA e que beneficiam da "benção" da Câmara Municipal, que não faz nada para dizer "BASTA" a este estado de coisas.

Os cidadãos de Lordelo, devem estar alerta e atentos porque foram ou estão a ser confrontados com situações ilegais ou irregulares e "ameaças", por parte da Veólia. Por isso, a criação da nossa associação visa dar-lhes a informação e o apoio, que estes entenderem necessitar.

A sessão de esclarecimento decorrerá na Rua do Padrão, nº 729, R/C, em frente ao café da "Associação Unidos de Santa Marta", no Lugar do Padrão - Lordelo.


Compareça em Lordelo,


Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes

CAMPANHA DAS TAMPINHAS

A Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes, lanço uma campanha de solidariedade social,  que tem por objectivo realizar a recolha de tampas de plástico, que depois, serão enviadas para empresas de reciclagem.


Este projecto procura sensbilizar todos os cidadãos de Paredes, para a importãncia de que se reveste este objetivo em prol da ajuda e da solidariedade entre cidadãos, projeto que desiganmos por CAMPANHA DAS TAMPINHAS!

Interessam ao projetoo, todo o tipo de tampas de plástico, como tampas de garrafas e garrafões de água, refrigerantes, iogurtes líquidos, garrafas de óleo alimentar, champô, detergentes, batom...etc.  Como podem reparar é possível separar das mais variadas formas, tamanhos e cores de Tampas.

Na nossa sede, sita no Centro Comercial Vale do Sousa rececionaremos os recipientes com tampas que entendam fazer ali chegar e que, posteriormente, entregarem publicamenbte a quem precisar. Sê solidário...tira as tampas do armário!

As tampas recolhidas na nossa sede e como dissemos atrás, no futuro, serão trocadas por ajudas técnicas (cadeiras de rodas, camas articuladas, etc.). Estas serão oferecidas a quem está aprisionado num corpo para que lhe possibilitem maior qualidade de vida.

Colabora connosco!

Associação MCP