terça-feira, 9 de outubro de 2012

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

A Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes, vai organizar um Conferência de Imprensa, hoje pelas 19h, na sede do movimento.

Esta iniciativa, visa denunciar algumas das decisões que são tomadas no nosso concelho que são demasiado perniciosas para os Paredenses e que, eventualmente, não deveriam ser tomadas, face à conjuntura atual, e ao mesmos tempo, inumerar um conjunto de decisões que não são tomadas, mas que esse mesmo enquadramento justificaria que o fossem.

O MCP tem sempre como fim da sua interevenção, a defesa intransigente dos nossos cidadãos, contra as ilegalidades e arbitrariedades que, contra eles, são diáriamente tomadas.


Assocaição MCP - Movimento Cidadãos por Paredes

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Quercus diz que “apostas erradas” na gestão da água ameaçam energia e agricultura

DIA NACIONAL DA ÁGUA

A associação ambientalista Quercus criticou nesta segunda-feira as “apostas erradas” do Governo na gestão da água, alertando para o risco de algumas medidas porem em causa a produção de energia e o futuro da agricultura.

No Dia Nacional da Água, que se celebra nesta segunda-feira, os ambientalistas acusam os governantes de manter medidas sem ter em conta as alterações climáticas.

Em causa está a continuidade do Programa Nacional de Barragens (PNB) e a aposta na expansão do regadio, numa altura em que as previsões da União Europeia apontam para períodos cada vez mais frequentes de seca prolongada no país.

O PNB e a expansão do regadio terão “impactes ambientais e económicos muito significativos”, além de constituírem “uma aposta errada” face aos cenários ambientais previstos.

“Portugal não pode ficar dependente de estratégias baseadas em disponibilidades hídricas que, pura e simplesmente, podem não vir a existir num futuro já muito próximo e é necessário diversificar as fontes de produção, quer ao nível energético, quer ao nível alimentar”, defende a Quercus,
em comunicado.

Outro
dos problemas detectados prende-se com a rede de monitorização da qualidade da água que está “bastante desfalcada”. Resultado: há “grandes falhas nas medições e registos” e “imensos casos de estações desactivadas”.

Os ambientalistas chamam ainda a atenção para o “enorme atraso” na definição “adequada e justa” de preços para as diferentes utilizações da água e para o Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA) que “continua sem ser aplicado”.

O programa foi aprovado há seis anos como instrumento de gestão da água e a Quercus acredita que a aplicação de medidas definidas no programa poderia levar a uma redução drástica da procura efectiva de água.

Os ambientalistas consideram que a actualização do PNUEA apresentado neste Verão “carece de alguma ambição”, já que definiu como meta uma redução de água de apenas 5% até 2020 na agricultura, o sector que consome 80% dos consumos totais de água do país.

Outro dos problemas é o facto de ainda só terem sido aprovados três Planos de Gestão de Região Hidrográfica: “Os únicos planos aprovados são os respeitantes ao Sado/Mira, Guadiana e Algarve, faltando rios muito importantes como o Tejo e o Douro. A execução destes planos deveria decorrer de orientações do Plano Nacional da Água (PNA) cujo atraso ainda é maior”, lê-se no documento.

O PNA - instrumento de gestão estratégica das águas, que estabelece as grandes opções de política nacional - deveria ter sido concluído há dois anos e a Quercus teme que, em tempos de crise, os objectivos do plano possam “não vir a ser conseguidos”.

A Quercus conclui por isso que, nesta matéria, a política nacional é feita de “atrasos, falta de acção e políticas avulsas”.


Fonte: Jornal de Negócios

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Arbitragem e património público

 O Município de Barcelos foi condenado, em janeiro deste ano, por um tribunal arbitral de Lisboa a pagar mais de 172 milhões de euros à empresa Águas de Barcelos (ADB), uma sociedade anónima com sede nesse concelho a quem tinha sido adjudicada, em janeiro de 2005, a concessão da exploração e gestão dos serviços públicos municipais de abastecimento de água e de saneamento do município. Aquela verba constitui uma compensação à ADB por os consumos de água dos habitantes de Barcelos entre 2005 e 2035 serem inferiores aos previstos no contrato de concessão.
Os termos e condições da concessão são escandalosamente leoninos a favor da empresa privada e à custa do património do município de Barcelos e dos interesses legítimos dos seus munícipes. A empresa não assumiu qualquer risco, pois ficou com o lucro garantido pelo preço dos elevados e irrealistas consumos de água fixados no contrato ou então pelas indemnizações a que o município se obrigou caso esses consumos fossem inferiores, como veio a acontecer.
De frisar que o contrato de concessão previa um consumo de água por dia de 126 litros por habitante em 2005, quando, na realidade, esse consumo foi apenas de 112 litros; para 2006, o consumo previsto era de 129 litros, mas diminuiu para 90 litros por dia; para 2007, era de 132 litros e o real foi de 81; em 2008, o consumo previsto foi de 135 litros e o real foi de 75 e em 2009, o previsto foi de 138 litros e o real de 75 litros por dia. Ou seja, o contrato previa um aumento progressivo do consumo de água e a realidade mostrou uma diminuição, o que, no mínimo, demonstra a leviandade ou má-fé de quem fez ou aceitou essas previsões sem os estudos que as sustentassem. Ou será que tais estimativas foram deliberadamente exageradas? Saliente-se que a ADB é propriedade da AGS - Administração e Gestão de Sistemas de Salubridade, SA (propriedade da Somague), uma empresa muito experiente no ramo, pois está há muitos anos no mercado e detém idênticas concessões em muitos outros municípios.
Atente-se, por outro lado, que os contadores de água, que custavam 17 euros, eram obrigatoriamente alugados pela empresa concessionária por 3 euros por mês aos munícipes; ou seja, só em um ano a empresa ganhava com esse aluguer mais do dobro do seu custo. Por outro lado, se fosse necessário substituir um contador o consumidor teria de pagar uma taxa para retirar o antigo e outra taxa para colocar o novo. Além disso, os ramais que ligam as redes domésticas à rede pública de saneamento tinham de ser adquiridos à concessionária que os vendia a mais de mil euros quando custavam menos de 100 euros. Já nem nos países do terceiro Mundo se fazem negócios assim.
Tratou-se, pois, de um contrato feito à medida dos interesses da concessionária à custa dos direitos e interesses do município e dos munícipes de Barcelos. Isso mesmo parece ter sido detetado pela IGAL (Inspeção-Geral da Administração Local) que enviou o relatório de uma inspeção ao DCIAP (para procedimento criminal), ao Tribunal de Contas (para efeito de responsabilização financeira) e ao Ministério Público junto do Tribunal Administrativo de Braga (para uma ação de anulação do contrato). Está-se à espera.
Este caso suscita muitas dúvidas e perplexidades. Por que é que o município de Barcelos e uma empresa de Barcelos fixaram uma arbitragem em Lisboa para um litígio judicial? Por que é que num contrato de concessão de um serviço público a uma empresa privada, envolvendo relevante interesse público e quantias tão elevadas, se renuncia aos tribunais do Estado e a juízes independentes? Por que é que as partes renunciaram ao direito de recurso? Serão infalíveis os advogados transformados em "juízes" nos tribunais arbitrais? O mínimo que se pode dizer da sentença é que ignorou princípios fundamentais de Direito, como os do erro, da boa-fé, do abuso de Direito, da alteração superveniente das circunstâncias, entre outros.
De salientar que os três "juízes" do tribunal arbitral cobraram em conjunto mais de quinhentos mil euros de honorários, ou seja, cada um ganhou, só com este processo, mais do que um juiz de Direito ganha em dois anos de trabalho a despachar milhares de processos e a fazer centenas de julgamentos.

Fonte: Jornal de Notícias

Comentário do MCP: Não será que no processo de concessão da água e saneamento em Paredes, à empresa VEÓLIA, aconteceu exatamente a mesma coisa, nomeadamente no que diz respeito às previsões de consumos e ao estudo de viabilidade económica?

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

NOVA SESSÃO DE ESCLARECIMENTO EM DUAS IGREJAS

A pedido de diversas pessoas da freguesia de Duas Igrejas e limitrofes, o MCP vai estar novamente nesta freguesia, para mais uma sessão de esclarecimento à população.

Desta feita, a sessão decorrerá nas instalações da firma "Pneus Coche", na Avenida Padre Pinto Preda - Duas Igrejas, amanhã, 6ªf, pelas 21:15h. A vossa presença é fundamental para o sucesso do que exigimos:

- Não pagamento das taxas de ramal de água e saneamento;
- Devolução do dinheiro a todos aqueles que o fizeram, sob a ameaça da Veólia e com a cobertura da Câmara Municipal;
- Não imposição de consumos mínimos;
- Quem não consome, não tem de pagar;
- Devolução do dinheiro a quem pagou a absurda "Tarifa de Disponibilidade".

Exija o que é seu por direito. Contamos com a sua presença.


Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Sessão de Esclarecimento em Lordelo

MCP - Movimento Cidadãos por Paredes, dá sequência às sessões de esclarecimento pelas Freguesias do concelho.


No próximo dia 14 de Setembro, 6ª feira, a "Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes" vai estar em Lordelo, para uma sessão de esclarecimento aos cidadãos desta Freguesia, visando alertá-los para o "roubo" e as arbitrariedades cometidas pela Veólia - Águas de Paredes, SA e que beneficiam da "benção" da Câmara Municipal, que não faz nada para dizer "BASTA" a este estado de coisas.

Os cidadãos de Lordelo, devem estar alerta e atentos porque foram ou estão a ser confrontados com situações ilegais ou irregulares e "ameaças", por parte da Veólia. Por isso, a criação da nossa associação visa dar-lhes a informação e o apoio, que estes entenderem necessitar.

A sessão de esclarecimento decorrerá na Rua do Padrão, nº 729, R/C, em frente ao café da "Associação Unidos de Santa Marta", no Lugar do Padrão - Lordelo.


Compareça em Lordelo,


Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes

CAMPANHA DAS TAMPINHAS

A Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes, lanço uma campanha de solidariedade social,  que tem por objectivo realizar a recolha de tampas de plástico, que depois, serão enviadas para empresas de reciclagem.


Este projecto procura sensbilizar todos os cidadãos de Paredes, para a importãncia de que se reveste este objetivo em prol da ajuda e da solidariedade entre cidadãos, projeto que desiganmos por CAMPANHA DAS TAMPINHAS!

Interessam ao projetoo, todo o tipo de tampas de plástico, como tampas de garrafas e garrafões de água, refrigerantes, iogurtes líquidos, garrafas de óleo alimentar, champô, detergentes, batom...etc.  Como podem reparar é possível separar das mais variadas formas, tamanhos e cores de Tampas.

Na nossa sede, sita no Centro Comercial Vale do Sousa rececionaremos os recipientes com tampas que entendam fazer ali chegar e que, posteriormente, entregarem publicamenbte a quem precisar. Sê solidário...tira as tampas do armário!

As tampas recolhidas na nossa sede e como dissemos atrás, no futuro, serão trocadas por ajudas técnicas (cadeiras de rodas, camas articuladas, etc.). Estas serão oferecidas a quem está aprisionado num corpo para que lhe possibilitem maior qualidade de vida.

Colabora connosco!

Associação MCP

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Sessão de Esclarecimento em Duas Igrejas

Duas Igrejas, foi a freguesia que se seguiu no roteiro de sessões de esclarecimento que o MCP está a levar a efeito pelas diferentes freguesias do concelho.

Foi na passada 6ª feira, dia 27, que o MCP esteve no Alto da Vila, freguesia de Duas Igrejas. Perante algumas dezenas de interessados nos assuntos a tratar, nomeadamente no que respeita às questões associadas à concessionária das águas e saneamento, José Henriques Soares, em representação do movimento, fez o enquadramento histórico da problemática e referiu-se a algumas das irregularidades e ilegalidades que são cometidas diáriamente pela Veólia, com o beneplácio da Câmara Municipal.

No final da intervenção, foram colocadas inúmeras questões ao representante da associação e foi-lhe solicitado o apoio para tratar de algumas questões, que diversos cidadãos ali trouxeram e querem ajuda para as resolver.

Brevemente estaremos a Norte e a Sul do concelho.


Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Sessão de Esclarecimento em Duas Igrejas

MCP - Movimento Cidadãos por Paredes, dá sequência às sessões de esclarecimento pelas Freguesias do concelho.


No próximo dia 27 de Julho, 6ª feira, a "Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes" vai estar em Duas Igrejas, para uma sessão de esclarecimento aos cidadãos desta Freguesia, visando alertá-los para o "roubo" e as arbitrariedades cometidas pela Veólia - Águas de Paredes, SA e que beneficiam da "benção" da Câmara Municipal, que não faz nada para dizer "BASTA" a este estado de coisas.
Os cidadãos de Duas Igrejas, devem estar alerta e atentos porque foram ou estão a ser confrontados com situações ilegais ou irregulares e "ameaças", por parte da Veólia. Por isso, a criação da nossa associação visa dar-lhes a informação e o apoio, que estes entenderem necessitar.

A sessão de esclarecimento decorrerá na casa/garagem do Sr António da "Presa" e da Sr.ª Maria "Micas do Pinheiro", sita no Lugar de Alto da Vila.


Compareça em Duas Igrejas,


Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Não perca o seu filho!

 Não "perca" o seu filho. A Associação MCP entende que este projeto tem todo sentido e, se lhe interessar, o MCP disponibiliza-se por o ajudar a obter a pulseira. Dirija-se a nós através do nosso e-mail: paredesmcp@gmail.com



"A PSP apresentou, nesta quinta-feira, o programa «Estou Aqui!», que visa facilitar e agilizar a localização de crianças perdidas durante o verão através da distribuição gratuita de pulseiras, tornando «mais rápido» o reencontro com os pais.

As cinco mil pulseiras podem ser adquiridas pelos pais nas esquadras da PSP de todo o país, sendo a ativação do pedido feito através da página da Internet do programa (https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/default.aspx.) com o preenchimento de uma base de dados.

O porta-voz da PSP, o comissário Paulo Flor, explicou que cada pulseira «é única», sendo atribuída a cada uma um número diferente, que, apesar de ser percetível, só pode ser lido pela PSP através da base de dados.

Paulo Flor garantiu que apenas os polícias que trabalham no Centro de Comando e Controlo da PSP têm acesso à base de dados, estando ainda asseguradas todas as condições de segurança relativamente às informações dos pais.

«Esta é uma base de dados da PSP e que só interessa para termos operacionais», afirmou, citado pela Lusa.

Segundo a PSP, as crianças não conseguem tirar a pulseira do braço e conseguem aguentar, pelo menos, duas semanas de praia.

Em caso de desaparecimento da criança e através de uma chamada para o 112, serão acionados os mecanismos necessários de comunicação com as forças de segurança, que enviarão para o local do desaparecimento da criança uma patrulha policial.

Paralelamente, e ao longo deste processo, que se pretende o «mais célere possível», a PSP agilizará, através da força de segurança envolvida, o contacto com o responsável pela criança perdida de acordo com os registos fornecidos no ato de adesão e ativação da pulseira, segundo a Polícia.

O porta-voz da PSP adiantou igualmente que as pulseiras se destinam principalmente às crianças nas faixas etárias mais vulneráveis, nomeadamente entre os dois e os cinco anos, e permitirá que a criança desaparecida seja rapidamente encontrada.

«Se a criança desaparecida tiver uma forma de identificação e se essa identificação estiver na posse da PSP, o processo é mais fácil. Nós garantimos que é uma questão de um minuto entre conseguir identificar a criança através da pulseira e contactar os pais», sustentou.

As cinco mil pulseiras vão ser distribuídas sobretudo nas áreas metropolitanas de Lisboa, Porto e Setúbal, além dos postos de turismo da PSP do Algarve e junto às praias e zonas turísticas.

Entre 2006 e 2010, a PSP registou 12.491 casos de desaparecimento de crianças e adolescentes, sendo a taxa de reaparecimento de 97 por cento.

Porém, Paulo Flor acrescentou que no caso de crianças até aos 12 anos a taxa de reaparecimento é de 99 por cento.

A PSP escolheu o verão para esta iniciativa, que decorre entre início de julho e 15 de setembro, uma vez que é nesta altura do ano que as crianças estão mais expostas aos perigos e há mais situações de desaparecimento.

«Mais do que sinalizar uma criança perdida, o programa Estou aqui! tem como finalidade sinalizar uma criança encontrada», concluiu.

O programa é feito em parceria com a Fundação PT, RFM e UTIS (Unidade de Tecnologias de Informação de Segurança).

A distribuição das pulseiras pelo dispositivo policial encontra-se atrasada, estimando-se que, de acordo com informação dada pelo GIRP/DN, no final da presente semana, as mesmas possam vir a estar disponíveis.

Quando tal suceder, a DN procederá à divulgação da informação no sítio da internet.". 


https://estouaqui.mai.gov.pt/

Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Como se gasta o dinheiro público?

Passeio anual do município de Paredes, desta feita a Guimarães: Como se gasta (mal) o dinheiro público, ou seja, dinheiro que é de todos os Paredenses!

O problema não está nos passeios que a Câmara Municipal organiza anualmente, a questão que se levanta tem a ver com o fato de, nesses dias, uma carrinha do município e respetivo motorista ir buscar o almoço a uma quinta da cidade e levá-lo a Guimarães. Será só para a Sr.ª Vereadora? Será para a Sr. ª Vereadora e respetivos Presidentes de Junta? Ou será para estes e também para os colaboradores que acompanham o passeio?

Os cidadãos que vão no passeio não têem de levar farnel? Sim.

A Vereadora não recebe subsídio de almoço? Sim.

Os colaboradores não recebem subsídio de almoço? Sim.

Então, porquê este tratamento diferenciado? Então, porquê que a Câmara Municipal tem de ir levar o almoço a Guimarães? Então, porquê que a Câmara tem de lhes pagar o almoço?

Haja decoro.

Associação MCP - Movimento Cidadãos por Paredes